O presente texto apresenta e analisa a experiência (1) de parceria entre ocurso de Psicologia da PUC Minas, em Betim, e a Secretaria Municipal deEducação de Contagem, desenvolvida no âmbito do Programa de ArticuladoresComunitários, a entre 2015 e 2017. A experiência teve como ponto de partida anecessidade de compreender e qualificar as demandas de natureza psicossocialidentificadas pelos professores articuladores comunitários durante as visitasdomiciliares realizadas junto a crianças e adolescentes em situação devulnerabilidade. A aproximação entre universidade, poder público, escolas eserviços da rede de proteção permitiu construir uma proposta de intervenção queultrapassasse a perspectiva de encaminhamento individual para serviços depsicologia e buscasse compreender o sofrimento das crianças e adolescentes emsua complexidade social, familiar, escolar e comunitária. A demandainicialmente apresentada estava relacionada ao grande número de encaminhamentospara atendimento psicológico decorrentes das visitas realizadas pelosarticuladores comunitários. Os relatórios produzidos pelos professorescontinham hipóteses diagnósticas e sugestões de encaminhamento para crianças eadolescentes que apresentavam comportamentos considerados preocupantes ou quevivenciavam situações de vulnerabilidade. A universidade foi chamada,inicialmente, a contribuir para a avaliação dessas hipóteses e para a análiseda pertinência dos encaminhamentos. Entretanto, o contato com os relatórios ecom a realidade das escolas revelou que o problema era mais amplo. Não setratava apenas de identificar crianças que necessitavam de atendimentopsicológico, mas de compreender as condições de vida, as relações familiares,os vínculos comunitários, as experiências escolares e as diferentes formas demanifestação do sofrimento. A construção da parceria ocorreu de forma gradual,por meio de reuniões e encontros entre representantes da Secretaria Municipalde Educação, do Instituto Cultiva e docentes do curso de Psicologia. Entresetembro de 2015 e março de 2016 foram discutidas as possibilidades de inserçãoda universidade no programa e elaborada uma proposta de extensão articulada aoestágio curricular. Esse processo possibilitou a criação do ProjetoPsicologia na Escola e na Comunidade, cujo objetivo era oferecer suporte aoPrograma de Articuladores Comunitários diante das demandas psicossociais e desaúde mental identificadas entre crianças e adolescentes em situação devulnerabilidade e de urgência subjetiva.
A noção de urgência subjetiva foi importante para orientar a intervenção.Ela permite compreender situações em que a pessoa se encontra diante de intensosofrimento, muitas vezes sem conseguir expressá-lo por meio da palavra. Acriança ou o adolescente pode manifestar seu sofrimento por comportamentos,conflitos, isolamento, agressividade, dificuldades escolares, evasão ou outrasformas de expressão que não devem ser automaticamente interpretadas como doençamental. A proposta, portanto, consistia em criar condições de acolhimento,escuta e compreensão da situação vivenciada pelo sujeito, evitando diagnósticosprecipitados e encaminhamentos indiscriminados. Nesse sentido, um dos objetivoscentrais do projeto foi qualificar o olhar dos professores articuladorescomunitários. Como profissionais que mantinham contato direto com crianças,adolescentes e suas famílias, esses professores ocupavam uma posição estratégicana identificação de situações de sofrimento e vulnerabilidade. Entretanto, essafunção exigia instrumentos teóricos e metodológicos que lhes permitissemdistinguir manifestações de sofrimento psíquico de problemas relacionados aoutras dimensões da vida social. A formação oferecida pela universidadeprocurou, assim, contribuir para uma leitura mais cuidadosa das situaçõesencontradas, evitando a transformação de problemas sociais, familiares,pedagógicos ou relacionais em problemas exclusivamente psicológicos.
A parceria também evidenciou que o trabalho do articulador comunitáriopoderia produzir impactos sobre sua própria subjetividade. Ao visitar famílias,conhecer situações de pobreza, violência, abandono, conflitos familiares eoutras formas de sofrimento, o professor era colocado diante de experiênciasque poderiam provocar angústia, impotência e desgaste emocional. Por isso,cuidar daqueles que cuidam tornou-se uma dimensão importante do projeto. Foramcriados espaços de escuta, partilha e reflexão sobre as experiênciasvivenciadas pelos articuladores, permitindo que eles pudessem elaborarsentimentos, reconhecer dificuldades e construir estratégias individuais ecoletivas para o enfrentamento dos desafios encontrados no cotidiano.
A participação dos estudantes de Psicologia também foi cuidadosamentedelimitada. Por se encontrarem ainda em processo de formação e não possuíremnecessariamente todos os recursos teóricos e técnicos para a realização deatendimentos clínicos especializados, os estudantes atuavam sob supervisãodocente. Sua contribuição estava especialmente relacionada ao acolhimentoinicial, à escuta qualificada, à observação das relações e à construção dediagnósticos psicossociais compartilhados. Quando identificada a necessidade deatendimento clínico, os casos deveriam ser encaminhados para os serviçosapropriados da rede de atenção psicossocial.
A articulação com a Rede de Atenção Psicossocial do município foi,portanto, fundamental. A proposta não pretendia transformar a escola em espaçode atendimento clínico, nem atribuir aos professores ou estudantesresponsabilidades que caberiam aos serviços especializados. Ao contrário,buscava fortalecer a comunicação entre escola, universidade, famílias eserviços públicos, construindo uma rede de proteção capaz de responder demaneira mais adequada às necessidades das crianças e adolescentes.
A experiência também permitiu discutir o próprio sentido da extensãouniversitária. A proposta rompeu com uma concepção tradicional segundo a qual auniversidade simplesmente transmite conhecimentos produzidos internamente paraa sociedade. O projeto foi construído a partir do diálogo com a realidadesocial e com os conhecimentos produzidos pelos próprios sujeitos envolvidos. Aescola, os professores, as famílias e os serviços públicos não eramconsiderados apenas destinatários das ações universitárias, mas participantesativos na produção de conhecimentos e na construção das respostas aos problemasidentificados. Essa perspectiva favoreceu uma relação mais estreita entreensino, pesquisa e extensão. A realidade encontrada nas escolas provocouquestionamentos que retornaram para a universidade e passaram a alimentardiscussões acadêmicas, atividades de formação e reflexões sobre a práticaprofissional. Os estudantes puderam compreender que o conhecimento psicológiconão se limita à clínica individual e que o exercício da profissão envolvediferentes espaços institucionais, sociais e comunitários. A experiência tambémse relacionou diretamente com a formação ética e social do psicólogo. O cursode Psicologia possui a responsabilidade de formar profissionais conscientes dasimplicações sociais de sua atuação e comprometidos com a melhoria das condiçõesde vida da população. Nesse sentido, o contato com escolas públicas ecomunidades em situação de vulnerabilidade possibilitou aos estudantes umaexperiência concreta de atuação profissional, exigindo deles capacidade deescuta, trabalho em equipe, análise crítica e articulação com diferentespolíticas públicas.
Um dos principais recursos metodológicos utilizados no projeto foram as Oficinasde Brincar, destinadas principalmente às crianças e adolescentesidentificados pelos articuladores comunitários. A escolha do brincar comoestratégia de aproximação partiu da compreensão de que brincar constitui umadimensão fundamental da experiência infantil e pode favorecer a expressão desentimentos, desejos, conflitos e experiências que nem sempre encontram espaçona comunicação verbal. As oficinas foram concebidas como espaços coletivos deencontro, evitando a exposição individual da criança identificada como estandoem sofrimento. Em vez de colocá-la imediatamente diante de um profissional parauma avaliação clínica, buscava-se proporcionar uma experiência grupal deconvivência e interação. Nesse espaço, a criança podia estabelecer relações comseus pares e com os estudantes de Psicologia, expressando-se de diferentesmaneiras. A observação dessas interações oferecia elementos importantes para acompreensão da situação vivenciada por cada participante. O trabalho coletivotambém permitia evitar a rotulação das crianças. Uma dificuldade escolar, umcomportamento agressivo, uma ausência frequente ou um conflito familiar nãoeram considerados automaticamente sinais de transtorno psicológico. Aparticipação nas oficinas permitia ampliar a compreensão sobre a criança everificar como ela se relacionava com os colegas, como respondia às propostas,como expressava suas emoções e quais recursos utilizava para estabelecervínculos. A partir dessas experiências, os estudantes podiam colaborar para aconstrução de um diagnóstico psicossocial compartilhado. Esse diagnóstico nãoera responsabilidade exclusiva da Psicologia, mas resultava da articulaçãoentre diferentes profissionais, serviços e atores envolvidos com a criança. Oobjetivo era identificar quais situações exigiam atenção especializada e quaispoderiam ser enfrentadas por meio de ações pedagógicas, familiares, sociais,comunitárias ou de outras políticas públicas.
Outra estratégia de intervenção consistia no acolhimento inicial dacriança ou do adolescente em sofrimento no próprio ambiente escolar. A escutarealizada pelos estudantes, sempre sob supervisão, poderia funcionar comoprimeiro momento de acolhimento e compreensão da demanda. Nos casos em quefosse identificada a necessidade de acompanhamento individual ou familiar,buscava-se estabelecer a articulação com os serviços da rede de saúde mental,especialmente aqueles responsáveis pelo atendimento de crianças e adolescentes.Paralelamente ao trabalho com os estudantes, foram criadas estratégiasdestinadas aos professores articuladores comunitários. As Oficinas deSocialização das Práticas constituíram espaços de encontro entreprofissionais que atuavam em territórios semelhantes. Nesses encontros, osarticuladores podiam compartilhar experiências, apresentar dificuldades ediscutir situações específicas encontradas durante as visitas domiciliares. Essesespaços tinham também uma função de cuidado com o próprio trabalhador. Ao falarsobre suas experiências, os professores podiam reconhecer sentimentos,dificuldades e limites de sua atuação. A reflexão coletiva contribuía parareduzir a sensação de isolamento diante de situações complexas e favorecia aconstrução de respostas compartilhadas.
Outro dispositivo importante foi a criação dos Coletivos de EducaçãoPermanente, destinados à formação e ao acompanhamento sistemático do trabalhodos articuladores. Por meio de rodas de conversa e estudos de caso, eramanalisados os relatórios produzidos pelos professores, buscando compreendercomo as entrevistas haviam sido realizadas e de que maneira as situaçõesfamiliares e escolares estavam sendo interpretadas. Essa estratégia permitiuproblematizar o próprio olhar dos profissionais. Mais do que ensinar técnicasde identificação de sintomas, pretendia-se desenvolver uma postura críticadiante das situações observadas. Era necessário perguntar o que estava sendoconsiderado problema, por que determinado comportamento provocava preocupação,quais aspectos sociais e familiares estavam envolvidos e quais respostaspoderiam ser construídas pela escola e pela rede de proteção.
A experiência também incluiu a possibilidade de atendimentoindividualizado aos próprios professores articuladores que apresentavamnecessidade de uma escuta mais qualificada. Essa ação reconhecia que o cuidadocom as crianças e adolescentes não poderia ser separado do cuidado com osprofissionais responsáveis por acompanhá-los. O trabalho cotidiano em contextosde vulnerabilidade pode produzir sofrimento, desgaste e sentimento deimpotência, sendo fundamental oferecer espaços institucionais para sua elaboração.A parceria entre universidade, Secretaria de Educação e rede de serviçosproduziu importantes resultados na ampliação e no fortalecimento das redes deproteção. Um dos efeitos mais significativos foi a aproximação dosprofissionais da educação com os serviços de saúde e, especialmente, com osequipamentos de atenção à saúde mental. As reuniões conjuntas permitiramconhecer melhor as atribuições dos diferentes serviços e estabelecer canaismais efetivos de comunicação.
No campo da saúde mental, a revisão das situações inicialmenteidentificadas pelos articuladores permitiu qualificar os diagnósticos e evitarinterpretações simplificadoras. Os casos passaram a ser analisados considerandonão apenas os comportamentos apresentados pelas crianças e adolescentes, mastambém os fatores familiares, escolares, sociais e comunitários relacionados àssituações de sofrimento. A articulação com profissionais da saúde mental,especialmente aqueles vinculados ao atendimento infantojuvenil, foi fundamentalnesse processo. A discussão compartilhada dos casos permitiu acompanharsituações mais complexas e definir estratégias de intervenção mais adequadas.Assim, a universidade contribuiu não apenas para a formação dos estudantes, mastambém para o fortalecimento da comunicação entre diferentes políticaspúblicas.
Outro resultado importante foi a ampliação da compreensão sobre o papelda escola na proteção integral de crianças e adolescentes. A escola não deveser vista apenas como espaço de transmissão de conhecimentos, mas como lugar deconvivência, formação humana, construção de vínculos e proteção de direitos.Quando uma criança apresenta dificuldades de aprendizagem, comportamento oufrequência escolar, é necessário compreender o conjunto de fatores queatravessam sua experiência.
O projeto também contribuiu para problematizar a relação entre sofrimentopsíquico e exclusão escolar. Situações de vulnerabilidade podem fragilizar osvínculos da criança com a escola, com a família e com a comunidade. Ao criarespaços de convivência, brincar, socialização e escuta, a intervençãopsicológica pode contribuir para fortalecer esses vínculos e prevenir processosde isolamento, infrequência e evasão escolar. Nesse sentido, a humanização daescola não se restringe à criação de relações mais afetuosas. Ela envolve umamudança na maneira de compreender a criança e o adolescente, reconhecendo-oscomo sujeitos de direitos, com histórias, desejos, capacidades e necessidadessingulares. Humanizar significa também superar práticas de rotulação e exclusãoe construir formas de intervenção que considerem a integralidade do sujeito.
A experiência revelou ainda a importância da atuação interdisciplinar. Osproblemas vivenciados pelas crianças e adolescentes não podem ser compreendidosou solucionados por uma única área do conhecimento. Educação, Psicologia,Saúde, Assistência Social e outras políticas públicas precisam dialogar paraproduzir respostas mais abrangentes. A universidade pode desempenhar um papelimportante na criação e sustentação desses espaços de diálogo. Do ponto devista da formação dos futuros psicólogos, a experiência representou umaoportunidade singular de aproximação com a realidade social. Os estudantesforam desafiados a ultrapassar uma visão restrita da Psicologia como práticaexclusivamente clínica e individual. Puderam experimentar formas de atuaçãovoltadas para grupos, instituições, comunidades, políticas públicas e redes deproteção. Essa experiência também favoreceu o desenvolvimento de uma posturaprofissional mais crítica e comprometida socialmente. Ao entrar em contato comcrianças, famílias, professores e comunidades que enfrentavam diferentes formasde vulnerabilidade, os estudantes puderam compreender que o sofrimento humanonão pode ser analisado de maneira isolada das condições concretas deexistência. A formação profissional, nesse contexto, passou a ser entendidacomo processo que envolve conhecimentos técnicos, compromisso ético eresponsabilidade social. O psicólogo precisa ser capaz de reconhecer osofrimento, mas também de compreender suas determinações sociais einstitucionais. Precisa saber acolher, mas também trabalhar coletivamente paratransformar as condições que produzem sofrimento e exclusão. A presença dauniversidade na escola pública, portanto, não deve ser compreendida como umaintervenção unilateral. A universidade aprende com a comunidade ao mesmo tempoem que contribui com conhecimentos e instrumentos profissionais. Essa relaçãode troca permite que os conhecimentos acadêmicos sejam confrontados com arealidade e que os saberes produzidos no cotidiano das escolas e comunidadesingressem no espaço universitário. O projeto demonstra, assim, que a extensãouniversitária pode constituir um espaço privilegiado de produção deconhecimentos, formação profissional e transformação social. A articulaçãoentre universidade e poder público permite aproximar a formação acadêmica dasnecessidades concretas da população, contribuindo simultaneamente para aqualificação dos serviços e para a formação de profissionais mais preparadospara enfrentar os desafios sociais.
Em síntese, a experiência do Projeto Psicologia na Escola e na Comunidademostra que cuidar de crianças e adolescentes em sofrimento exige muito mais doque encaminhá-los para serviços especializados. É necessário construir uma redede cuidado capaz de acolher a singularidade de cada sujeito, compreender suarealidade familiar e social, fortalecer seus vínculos e garantir seus direitos.Nesse processo, a escola ocupa lugar estratégico, mas não pode atuarisoladamente. A contribuição da Psicologia consiste, entre outras dimensões, emoferecer instrumentos para a escuta, a compreensão do sofrimento e a construçãode estratégias de cuidado. Entretanto, sua atuação precisa estar articulada àsdemais políticas públicas e aos diferentes atores envolvidos na vida dascrianças e adolescentes.
A experiência também evidencia que cuidar da criança implica cuidardaqueles que participam de sua formação e proteção. Os professoresarticuladores precisam de formação, acompanhamento e espaços de escuta paradesenvolver sua função sem assumir responsabilidades que ultrapassem seuslimites profissionais. Do mesmo modo, os estudantes de Psicologia necessitam desupervisão e espaços de reflexão para transformar a experiência prática emaprendizagem profissional. A humanização da escola, portanto, constitui umprocesso coletivo. Ela se realiza quando a criança deixa de ser percebidaapenas como um problema a ser corrigido e passa a ser reconhecida como sujeitode direitos; quando o professor deixa de ser visto apenas como transmissor deconteúdos e passa a ser reconhecido também como sujeito que necessita decuidado; quando a família é compreendida como parceira e não apenas comoresponsável pelas dificuldades da criança; e quando os diferentes serviçospúblicos conseguem trabalhar de maneira articulada.
A experiência desenvolvida em Contagem mostra que a universidade podecontribuir significativamente para esse processo. Sua presença, quandoconstruída de forma dialógica e comprometida com a realidade social, fortaleceas redes de proteção, qualifica as práticas profissionais e amplia aspossibilidades de cuidado. Ao mesmo tempo, oferece aos estudantes uma formaçãomais próxima da realidade e mais comprometida com a defesa da dignidade humana.Cuidar da criança em sofrimento significa, finalmente, reconhecer que osofrimento não é apenas um fenômeno individual. Ele se expressa no sujeito, mastambém se relaciona com suas condições de vida, seus vínculos, sua família, suaescola e sua comunidade. Por isso, o cuidado precisa ser igualmente coletivo,interdisciplinar e intersetorial. A principal contribuição do projeto foijustamente construir esse olhar ampliado. Ao aproximar Psicologia, Educação,Saúde, famílias, universidade e comunidade, tornou-se possível transformarsituações inicialmente percebidas como problemas individuais em questões quepoderiam ser compreendidas e enfrentadas coletivamente. Dessa maneira, aPsicologia contribuiu para uma escola mais acolhedora, uma rede de proteçãomais articulada e uma formação profissional mais humana, crítica e socialmentecomprometida.
(1) O autor deste artigo era docente no Curso de Psicologia da PUC Betim na época em que o projeto foi realizado
(2) Essa experiência contou com a participação de um grupo de estudantes da PUC Betim e do Prof Manoel Deusdedit Júnior